sábado, 30 de maio de 2015

os dezmandamentos

primeiro dos dezmandamentos: amar o planeta, sobre todas as coisas;

segundo dos dezmandamentos: não dizer menos sim do que não;

terceiro dos dezmandamentos: fazer da vida uma eterna festa, de domingo a domingo;

quarto dos dezmandamentos: fazer parte do todo, não individualizar;

quinto dos dezmandamentos: matar só para se alimentar;

sexto dos dezmandamentos: não crer em castidade ou santidade;

sétimo dos dezmandamentos: dividir o que foi multiplicado;

oitavo dos dezmandamentos: não levantar mal humorado;

nono dos dezmandamentos: que homens e mulheres tenham o mesmo valor, respeitando suas diferenças;

dos dezmandamentos, o décimo: não seguir regra alguma; usar o bom senso em todas as situações.

amem!



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

o infinitésimo de segundo

momento único
fração de tempo infinito
com duração aproximada de eternidade
rápido como uma piscada
eterno ecoar






terça-feira, 18 de junho de 2013

partido nenhum

começou pequeno, com um grupo de pessoas que colocaram em xeque a condição do transporte público do brasil. questões como "se é público, por que é pago?", "se é pago, por que é tão ruim?", "se é tão ruim, por que é tão caro?", dentre outras, surgiram e começaram ecoar. juntou-se a isto o aumento das tarifas nas cidades de todo o país, depois de campanhas eleitorais com promessas no sentido oposto. isto é, aqueles que prometeram uma melhora no serviço sem ônus financeiros à população, anunciaram aumento nas tarifas sem nenhuma contrapartida que fizesse jus. pequenos protestos espalhados pelas capitais, de início, não chamaram a atenção e o merecido respeito da grande imprensa. na maior parte dos casos, as manifestações foram duramente combatidas a força pelas polícias e guardas municipais. os prefeitos não aceitaram diálogos e ignoraram seus cidadãos. e, quando abriram um canal de comunicação, foi apenas para reforçar o novo valor das tarifas, juntando velhos argumentos de quem tem campanha patrocinada por verbas privadas que geram dívidas, durante o mandato. cenas de filmes repetidamente assistidos por todos nós. tudo bem, tudo bom. não passará disto, pensaram os grande coronéis eleitos pelos votos populares. quando os paulistanos saíram às ruas, depois de anunciado o tarifário dos transportes públicos municipais e estaduais, e a polícia sentou a porrada, bombardeou, alvejou e humilhou muita gente, a nossa imprensa elogiou o serviço. o sujo, claro. clamou por justiça contra os baderneiros, causadores de tumulto e alimentadores do caótico engarrafamento da paulicéia. juiz de direito, em sua página do facebook, autorizou a matança, prometendo um veredito favorável aos carniceiros. alguns editoriais criticaram, achando que os vândalos não tinham, ainda, recebido seu devido troco, cobravam mais truculência. pois bem, tem quem manda e tem quem cumpre. tem quem faz e tem quem maquia. e o ciclo é perfeito. poucos dias depois, a cobertura ao vivo da tv não nos deixou dúvidas; havia uma quantidade de pessoas insatisfeitas que saíam às ruas reinvindicar seus direitos pacificamente, asseguradas pela constituição federal, e que estavam sendo lesadas, encurraladas, tocaiadas pela polícia. para desespero dos datenas, contra as expectativas políticas de quem lucraria com o contrário. para piorar, alguns funcionários e freelanceres daquela mídia que cobrava a força rígida, foram trucidados pela tropa de choque. tiros à queima roupa, bombas de gás lacrimogênio, spray de pimenta e cacetetes esquentando o couro. os patrões, intactos, fariam o que? só média? só mídia? e, se a mídia é o quarto poder, as redes sociais se tornaram o quinto. descentralizando as informações, tornando-nos não mais meros espectadores mas, sim, produtores e distribuidores de conteúdos. esta foi a primeira das peças do caminho de dominó a desabar. já eram várias as imagens difundidas pela internet da ação policial, no ato anterior. somadas às do dia 13/06, o castelo caiu. os marinhos já não sustentavam suas pautas conservadoras, os bispos também não. quando 3 + 3 dá mais ou menos do que 6, 4 já não é mais o quadrado de 2. tão pouco eram os R$ 0,20. e, nesta onda de tsunami, vieram carregados não só os grandes veículos de comunicação, mas os velhos partidos, todos os dinossauros. mais uma vez, tentando nos entubar. os sanguessugas pegaram carona. com a grande comoção nacional, o movimento tomou corpo. não pelos seus argumentos iniciais, que mais separaram do que uniram. mas por um grande sentimento de dilaceramento anal. os anestésicos, por hora, sumiram de seus orifícios. passando neve, ardia como se fosse malagueta. tendo as redes sociais como canal de comunicação, o brasil virou turquia. e, de repente, misturando gengibre, acúcar, tomate, água, genipapo, quiabo, ovos, farinha de trigo, a massa do bolo estava pronta. nem tanto, faltou uma boa dose de conservante. houve uma quase unanimidade em se realizar manifestações apartidárias, apesar dos pesares. sem bandeiras, sem gritos de partidos. em são paulo, a tentativa foi bem sucedida, na medida do possível. houve uma grande preocupação de todos na prática da não-violência. os abutres têm um sentido apuradíssimo para carniça, né? rio de janeiro, são paulo, salvador, belo horizonte, porto alegre, curitiba e outras cidades saíram na segunda, 17 de junho de 2013, para a retomada dos espaços públicos. mesmo mascarados, os números divulgados foram assustadores. em parte das cidades, depois dos atos catastróficos anteriores, a pm decidiu não ser protagonista, cumpriu seu papel como deveria fazê-lo sempre. em brasília, os manifestantes tomaram o prédio do congresso, sem maiores problemas. no rio, um tumulto na alerj não foi suficiente para apagar o que uma multidão escreveu. em bh, cumprindo ordens da fifa (?) a polícia de choque, não permitindo a marcha em sentido ao estádio, arrepiou. em porto alegre e curitiba, também, rolou pancadaria. os meios de comunicação de massa, não por justiça, inverteram seus pontos de vista, convidaram "especialistas" não conservadores para seus programas, usaram imagens de celulares, sem edição... que belo produto para oferecer. nem muito sal, nem pouco açúcar. mas, tudo o que era junto, separou-se depois de um luar. e, ao amanhecer, as redes sociais tornaram-se um grande palanque político. aquela aura mágica tornara-se um pão com manteiga. os de direita lançando campanha de impeachment contra presidente, jogando nas costas de um só partido toda a maldição política brasileira. os de esquerda, subindo em cima de um pedestal que não lhes pertence, chamando para si tudo o que é de mais sadio para o país, ignorando que deram continuidade ao processo inciado pela oposição, há anos, pouco mudando a estrutura viciada do poder. há quem diga que a água e o óleo já corriam juntos, no dia anterior, como o rio negro e o solimões, em manaus, que por 7 quilômetros não se misturam. mas que, ao contrario do rio amazonas, seu delta se dividiu em dois. cada um a desembocar num próprio mar. a unanimidade, se não burra, é deveras perigosa. e ninguém quer berros em uníssono, mas todos devem gritar sem que ninguém lhes sopre no ouvido uma frase feita. que uma nova língua surja, com novos termos, bons adjetivos e, sobretudo que um pronome pessoal conjugue novos verbos. pronome da primeira pessoa no plural. um país só muda se o mudarmos. o que é velho vai pra lixeira. sem sentimentalismos baratos. sem nós ou laços, nem os do peito valem, desamarremo-los. não adianta tocar o hino, não nos envolvamos na bandeira nacional, desmilitarizemos as polícias e as políticas. é sempre bom andar lado a lado. e a pixação num viaduto diz: se todos estivermos de mãos dadas, quem sacará a arma? se prédios tiverem de rugir, é porque seus alicerces já não os sustentam. se os brancos dos muros forem desvirginados, é porque as cores tomarão conta das cidades. se uma coroa servir de vaso, é porque o corpo do rei adubou a terra. e não adianta matar nossa alegria. tomemos nossa cerveja, joguemos nosso futebol e façamos nossos sambas, com um novo enredo. na revolução, ao contrário do que muitos pensam, há espaço de sobra para celebrações e confraternizações. e, se não curte nem cerveja, nem samba ou futebol, seja bem vindo com o que gosta, pode me servir uma dose, aumenta o som e vamos que vamos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

breves considerações sobre a felicidade

quantas coisas nos decepcionam? quantas nos decepcionarão? é triste e incômodo, mas lhes trago uma outra grande surpresa negativa. a felicidade não existe. pois bem, repito: a felicidade é algo inatingível. apesar dos historiadores nunca tê-la citado nas histórias deste mundo e os cientistas, também, sequer realizarem o teste do carbono-14, afirmo que é uma criação publicitária. sim, para vender margarinas, televisões, viagens, cremes, mostarda, cortinas, lâmpadas, cervejas, automóveis vibradores e próteses de silicone. assim como lagostas, fósforos e isqueiros, cadeiras, aparelhos de ar-condicionado, piscinas, camisas, pílulas de diversas cores, telefones, sapatos e antenas. quando se fala felicidade, se escuta plenitude. e o que é a plenitude? o que tem tempo determinado não pode ser pleno. portanto, jamais, feliz. a busca incessante pela utopia é o inverso espelhado da busca pela tal felicidade. a utopia não se vende em lojas ou camelôs. não se rouba ou empresta. não lhe faz promessas e nem cria expectativas. a utopia é um caminho conhecidamente infinito. parecido, a felicidade é um caminho no qual gostaríamos de percorrer até o fim, alcançar seu destino, como o comercial da tv nos oferece. mas, há um preço pela felicidade. e o que se paga não se leva. as vitrines todas nos oferecem, fazem promoções e ofertas. e, ao contrário da utopia, a felicidade tem de ser alcançada agora. é um produto para consumo imediato e não pode acabar, por mais contraditório que nos possa parecer. quem é feliz? dinheiro não compra e nem manda buscar a felicidade. assim como a falta dele, também não. os bons momentos da vida, os prazeres, as boas sensações são alegrias. alegrias são infinitas em quantidade e têm uma determinada durabilidade. jamais eternas e completas. elas vêm e vão, na montanha russa da vida. alguns produtos podem nos trazer certas alegrias, mas não são exclusividades de aquisições. num momento de tristeza, se pode ter uma ponta de alegria. de felicidade, nunca! assim como num momento de alegria, uma nesga de tristeza pode aparecer, como nuvem que chega com o vento. uma não anula a outra. não são rivais. são como o preto e o branco, eros e tânatos, yin e yang.

quinta-feira, 3 de março de 2011

novos rumos

de um tempo pra cá, devido a bizarros acontecimentos, os seres humanos têm criado uma barreira contra os iguais. um certo tipo de nojo, de asco. não é à tôa que os animais ganharam destaque nos corações humanos de forma jamais vista.
nesta semana, durante um jogo de futebol, uma coruja foi atingida com uma bolada e caiu desmaiada no gramado. assim que o juiz paralizou a partida para que o animal fosse retirado, um zagueiro de sobrenome moreno, dirigiu-se à ave e atingiu-lhe com uma patada, atirando-a para fora das 4 linhas. de imediato, alguns jogadores e parte da torcida, indignados, protestaram. a coruja, que vivia no estádio e era mascote da equipe local, faleceu horas depois devido ao forte golpe. moreno passou a ser perseguido e ameaçado. sua mãe e outros familiares, também.
deste pequeno exemplo, chegamos a duas constatações. primeiro, o homem toma consciência de que algo muito errado acontece no planeta e identifica seu causador. segundo, começa a tomar atitudes, mesmo em pequenas escalas, para que o rumo do mundo seja diferente do atual traçado. mobilizações, virtuais ou não, começam surgir cobrando atos de pessoas e instituições que não contribuem para uma melhora do status quo.
o fato dos animais tornarem-se, imediatamente, o substituto afetivo e confiável das pessoas nos leva a uma dúvida: acontece porque a credibilidade do ser humano perdeu-se ou porque a consciência de que o universo não é apenas "humano" chegou pra ficar. gostaria de voltar acreditar nos meus irmãos de raça e continuar amar a natureza, no geral, assim como a mim mesmo.

sábado, 20 de março de 2010

o (desa)foro privilegiado

aprendi, desde criança, a zelar, com o dobro de cuidados, as coisas de outras pessoas. meus pais sempre reforçavam a tese de que o que é dos outros e está conosco deve ser devolvido intacto, sem danos ou perdas. isto me leva a cobrar tal atitude das pessoas às quais confiei algo. acho justo cuidar e ser cuidado.
mas, e esses "mas" sempre vêm pra foder, a coisa pública funciona numa lógica inversa. dentro de conceitos totalmente contrários aos padrões de confiança que deveriam reger as administrações do bem coletivo. herança dos tempos coloniais. para que fique bem claro; portugueses.
nossos queridos políticos, comandantes militares, procuradores da república, ministros, membros de diversos tribunais e chefes de missões diplomáticas permanentes fazem parte dos "intocáveis". aos que acham que é obra do poderoso e único deus, não se enganem, vivemos num país politeísta onde os próprios intocáveis são os deuses. eles mandam e desmandam, decidem. lhe fodem quando e onde bem entenderem. não toleram contestações.
nisso mora uma ambiguidade: o povo elege a maioria deles. apesar de admitir a capacidade humana de criar e cultuar deuses, não entendo como suportam curvar-se aos terrenos com tamanha humilhação. herança portuguesa, novamente. o catolicismo tem, como um de seus alicerces, a pena, a punição.
em todos os pleitos, me nego a votar e assim o farei até que mudem esta vergonhosa lei. não tenho coragem de votar em alguém que sei que não será julgado corretamente em caso de qualquer crime. isso, para mim, é insuportável, inaceitável. vou além. em se tratando de pessoas que devem cuidar e melhorar a coisa pública, confiados do povo para isso, as penas deveriam ser dobradas. e o tribunal comum.
o país definha em saúde, educação, meio ambiente, moradia, urbanismo... devido às más administrações. os partidos políticos são, hoje, quadrilhas especializadas em crimes de lesa-pátria. em pouco se diferenciam dos bandos criminosos de sp ou do rj. uma das diferenças mais notáveis é a maleabilidade das alianças entre si, que facilitam os esquemas e a manutenção do poder (dinheiro). como no fantástico "1984", de orwell, elas variam de acordo às necessidades imediatas, sem escrúpulos ou pudor. afinal, quem escreve a história são os próprios.
pena em dobro para quem usa do poder concedido pelo povo para tirar vantagem própria ou para outrém, em detrimento do bem coletivo.
os exemplos vêm de cima. por isso que aprendi com meus pais como lidar com o que não é meu.
outra aberração legislativa brasileira é a prisão especial para quem tem curso superior. pera lá! num país cuja maioria nem completa o secundário, privilegiar quem teve oportunidade é, no mínimo, de mau gosto. as pessoas que puderam cursar uma universidade têm o dever de servir, de colaborar com a sociedade, fazendo uso de seu estudo e, não, usurpá-la.
caso estas coisas não mudem, o brasil, pra sempre, será o país do futuro.

segunda-feira, 15 de março de 2010

o gol e o orgasmo

sei que muitas pessoas não gostarão de ler algumas coisas por aqui. umas devido ao comportamento no estádio. outras, por comportamento sexual. ou a falta dele. mas não escrevo pra alegrar o mundo. acho até que desanimo muitos com os temas.

vamos ao que é bom, mas devagar, curtindo as percepções de cada momento. aqui, no caso, de cada palavra.

muitas coisas acontecem no meio de uma torcida de futebol que me desagradam. vaiar o time é uma delas. isto deve acontecer apenas em casos extremos. muito extremos. outra que não me desce é o fato da perseguição a jogadores. o atleta nem tocou na bola, o cara tá xingando, chamando de perna de pau. deixa o cara jogar, incentiva pra ver o que rola. sair antes do jogo terminar, ganhando ou perdendo, é triste e inaceitável. a mesma coisa é sair do cinema antes do final do filme.
mas, o tema desta postagem é o grito de gol antecipado.
para que todos entendam o porquê deste meu ódio, farei uma analogia que acredito ser palpável a todos. claro está que a comparação será dos momentos do gol e do orgasmo. neste caso, do masculino. não ousaria entrar nos femininos detalhes.
aos fatos. antes, os não consumados.
o time atacando, pressionando o adversário. enquanto a maioria da torcida canta as músicas de incentivo à equipe, outra parte dela corneta. de repente, num lance plástico, o meia ofensivo dá um corte seco no volante e encaixa um passe perfeito pro lateral que, em diagonal, avança para o fundo do campo e levanta a cabeça para o cruzamento que buscará a testa do cetroavante artilheiro. congela o lance e repara na torcida. uns continuam cantando, atentos ao lance. outros, imediatamente, param de cantar e colocam as unhas no meio dos dentes. a parte que estava esculhambando o time, subtamente abre um sorriso e grita: GOOOOOOOOOOOOL. soltando o lance, vemos a bola ir em direção ao gol, deixando o potente atacante a ver navios, e o arqueiro espalma pra linha de fundo. os vuvuzelas voltam a xingar o time, a humilhar a mãe do lateral.
e o grito de gol, ecoou no ouvido dos outros. os mais pacientes. a confusão está armada.
mas por que? por que raios?
pelo simples fato de o tal gol ser o momento mágico do futebol, a parte mais importante do jogo. como o orgasmo o é, no sexo. simples assim. mas, como não sei desenhar, descreverei com palavras visuais. aos que insistem em não entender isso.
para prosseguir, há a obrigatoriedade da pessoa ser do sexo masculino. as mulheres estão proibidas, a partir daqui, de prosseguir. beijos, tchau. depois a gente se fala.
aos machos de plantão:
imaginem uma gostosa, tudo durinho, no lugar, com aquela vontade insaciável; um furacão sexual. nuazinha na sua frente, implorando para que você a possua, a penetre sem dó, sem frescuras. como um macho.
tudo começa com as melhores preliminares da sua vida. que habilidade!
a coisa vai esquentando ainda mais e a delícia já está de quatro, pedindo para que puxe seus cabelos forte e encha a bunda dela de tapas fortes, de macho, claro.
e você domando aquela fera.
as posições vão-se variando na mesma proporção do tesão da vadia.
e, no meio disto tudo, você, o machão mais viril do mundo, com aquela voz de locutor de rádio, avisa: vou gozar. a safada, num átmo, aparece balançando aquelas tetas de um lado pro outro, oferecendo o depósito exposto para o seu esperma. mas, para melhorar ainda mais sua situação de garanhão mais potente do universo, ela te olha nos olhos, com aquela cara de filme pornô, e abre a boca, bem na direção do jorro. mas, para a surpresa da musa, nada sai daquela fonte. tá seca.
manjou? não? então toma.
ela, meio confusa, pergunta: e ai? e você, jumento no cio, responde, calma que o goleiro espalmou pra escanteio, deixa-me ver se consigo uma cabeceada na gaveta, na cobrança.
isso existe? não. não deve. jamais.
tá aí. o gol e o orgasmo são sagrados. são o ponto culminante do ato. não podem ser, assim, sucateados, tratados como a educação e a saúde públicas brasileiras. temos que guardar pro momento certo. daí a gente goza, meleca a cara da fêmea, grita gol e pula como milho no óleo quente. sem dó nem piedade. afinal, somos os picudos, os fodões, porra!
mas, que se esclareça, há diferenças fundamentais que não podemos jamais esquecer entre o jogo e o coito. no futebol, temos um adversário. no sexo,temos uma companheira. no futebol, depois do gol, o adversário fica arrasado. no sexo, a companheira tem um orgasmo (que pode até ser psicológico, caso ela já tenha gozado ou ainda não) quando você goza. no futebol, o adversário tentará te fuder, pra se vingar, e você fará de tudo pra evitar. no amor, a companheira tentará te fuder pra gozar também e você, malandro, não titubeará em fazer questão que assim seja. talvez repetidas vezes.

pra misturar tudo e criar uma polêmica, pega esse grito de gol adiantado e enfia no seu rabo. quem sabe assim você tenha um orgasmo, faça um gol de letra. cuidado com a trave.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

é o time do povo, é o coringão

falar em corinthians é falar em povo, antes de qualquer outra coisa, até mesmo do futebol. nosso time é o resumo do que há de mais belo e trágico no ser humano: a diferença. não porque somos diferentes, mas porque, dentro de todas as diferenças, somos iguais.

saudações corinthianas e ótima libertadores pra nós

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

coisas da vida

não costumo falar muito do meu trabalho, aqui no blog. procuro dividir bem minhas coisas profissionais das pessoais.
mas, quando uma se mistura à outra...
semana passada, mais especificamente no sábado, produzi um show que ficará gravado para sempre na memória. primeiro porque o show foi ducaraleo. depois porque revivi minha infância e adolecência toda durante duas horas.
só não foi melhor porque fiquei, como meu trabalho me obriga, em cima do palco. e não há nada pior do que isso. o som do p.a. não chega, a desproporção é muito alta na relação bateria x resto da banda... bom, resumindo, é sonoramente horrível.
mas, mesmo assim, foi muito foda. e foi devido às atrações que lá estavam. juntas, unidas, estavam tocando paralamas e titãs. os dois primeiros cassetes que comprei na vida foram: "cabeça dinossauro" e "jesus não tem dentes no país dos bangelas". cresci ouvindo o rock nacional do titãs, no meio das rodinhas nas baladas ao som de "bichos escrotos" e "polícia". confesso que os paralamas não fizeram tanto sucesso assim na minha trilha sonora, mas fez parte deste período.
os caras estão velhacos, mas a pegada voltou a ser como nos velhos tempos. houve uma fase deles meio aviadada, mas este show apagou esta impressão que havia ficado.
outra destas coisas boas da vida foi, no domingo, minha ida, depois de muito tempo, à fiel manaus. sede nova.
apesar de ter saído de lá com o nível alcoólico acima dos padrões internacionais, de ter assistido apenas um dos tempos e do juiz ter arbitrado com o apito cor-de-rosa, revi os amigos e ouvi uma história alvinegra.
e ouvi a história por causa do show dos titãs e dos paralamas. o cara foi me perguntar se eu era o produtor do show pois me viu lá.
conversa vai, conversa vem, fiquei sabendo que ele era o único corinthiano da família. perguntei como isso aconteceu. aos fatos:
quando tinha nove anos, o pai lhe disse que juntou uma graninha e que ele poderia escolher um brinquedo numa loja especializada. encantou-se por um jogo de botão. tendo inúmeros times para escolher, apaixonou-se pelo escudo do timão. comprou o time e, desde então, é um doente corinthiano.
parece uma história normal, mas há 19 anos atrás, em manaus, uma criança escolher um botão do corinthians e, por isso, se encantar pelo clube é algo um tanto estranho. até hoje, sabe quantos jogos do todo-poderoso passam, por ano, nas emissoras daqui? a mídia tem uma paixão pelo arruinado futebol carioca que dá nojo. o pior; ficam a semana inteira passando a chamada do jogo do timão e, na hora h, passa qualquer joguinho do rio. é triste.
falando em alegria: o juiz ajuda, mas a fregaysia continua.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

os imortais

alguns amigos que sempre estarão comigo, por mais que eu não saiba por onde andam muitos deles ou mesmo não estando mais entre nós.

andré luis coleman, gustavo pereira, marcelo, jorge, thiago da pg e suas irmãs teciane e tanege, alan, christian, juninho, carlinhos, meu irmão sumido bruno, os irmãos wagner, andré e renata (vocês são pra eternidade), sandro, português, juninho chili peppers, rafa coração de boi, jaiminho - meu outro irmão, luis, tati, gláucia e juliana caveirinha, felipe guerra, duílio, diogo, marrom, estica, mainnha, mazú, dedé, micão, xú, quinho, marcelão, carol, zorzi, márcio miguel, cami wi, mari miguel, déa brandi, buiú - grande irmão, louise, érika, crica, maria, raXXXel, jean lima, taka, tatão,
militocardia, mairão, babu, renatinha, jão, paulinho, léo its, denis roto rooters, chicão, flavinha, lú notari, skaf, re serrano, lú, dani e maurício, josleine, nath, pixote, tiba, quel, cora corazón, tarsila, teotônio, piotto, arquitetinha, homero, aylana, lima, bob, dieguinho, larissa, naty, isa, carol ramos, minha irmã jujuba, cissa...

tenho certeza de que estou, momentaneamente, esquecendo alguéns... hahaha
mas, ainda bem, isto aqui é editável. atualizando....

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

pré sal?

voltando a falar do futuro. aquele mesmo que não incomoda a maioria das pessoas e nenhum político ou grande empresário.

as mídia vêm batendo pesado nesta grande "inovação energética" que a petrobras anuncia aos quatro ventos como a salvação da lavoura brasileira. o futuro mora ai, anuncia a empresa.
amigos, o futuro de quem?
mesmo atormentados por estas tempestades que inundam cidades de sp, rs e sc, continuamos acreditando que as energias fósseis (leia-se "sujas") nada têm a ver com isto. o aquecimento global e suas consequências batem nossa porta diariamente e, mesmo assim, nada fazemos para frear este mal.
cientistas gritam, há anos, sobre os efeitos deste modelo energético no qual o capitalismo se apóia. até mesmo o presidente dos eua já deu o braço a torcer e admitiu a existência do aquecimento e a necessidade de mudanças radicais.
a petrobras, que explora a área energética no brasil, diz que o país é autosuficiente na produção de petróleo, porém, nós, brasileiros, não usufruímos de nenhuma benesse advinda desta vantagem. pagamos no litro da gasolina, do diesel e em qualquer outro derivado do petróleo o preço que pagaríamos caso importássemos o combustível. isto ocorre devido à falta de preocupação da empresa e do governo para com o povo. isso é mal, mas não é pior do que ocorre na área de alimentação. também somos autosuficientes no gênero e, porém, quantas pessoas morrem por ano por decorrência da fome? contemos as mortes diretas e as indiretas. hoje, como diz o presidente do todo poderoso timão, tudo é "bissssssssnesssssss". tudo, absolutamente.
somos vistos como meros números. números estes que engordam os números bancários dos que nos vêem assim.
o sr. bautista vidal, há décadas, criou um modelo de energia limpa que poderia ser explorado pelo brasil e que, além das vantagens ambientais, trariam as econômicas e sociais, também. o pró-álcool, apesar de sua implementação ter sido feita erroneamente, era apenas a ponta deste imenso iceberg chamado biomassa. nosso presidente atual, sr. mula, chegou a entusiasmar-se com o projeto, mas parece que já se foi o alvoroço. não passou do pró-álcool II. infelizmente, deixou a mandioca, o babaçú, a mamona... de lado, ou enfiou em algum lugar que não ouso mexer. alguém se candidata?

segunda-feira, 27 de julho de 2009

malditas doenças hereditárias


alguém explica essa nuvem carregada que paira sobre nossas cabeças? alguém?
e o pior é que ninguém assopra. todo mundo com torcicolo, admirando o escuro espetáculo, e nenhuma atitude tomada. estes remédios usados não curam ninguém, alivia a dor, de tempos em tempos. assim vivemos, tudo fora de esquadro, tratando a dor. atacar o mal, ah não, isso ninguém se atreve. partamos para a fitoterapia. em doses homeopáticas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

uns beliscões

discussões acerca de crenças, futebol e outras coisas que somente contribuem para a ocupação da mente humana nos momentos vagos da vida, não podem ser levadas tão a sério. fazer o que se o corinthians é o melhor time do planeta? azar dos derrotados de plantão que, por amor e obrigação, defendem suas mazelas. que as defendam, mas, também, aceitem a supremacia alvinegra no futebol. assim como eu aceito a do time das meninas da vila sônia na peteca. simples assim.
os assuntos sérios, como ar, água, comida, amor... estes sim, não merecem longas discussões, mas a seriedade necessária para grandes atos. o velho ditado já dizia: quem muito fala, pouco faz. ou ainda: cão que late não morde.
que as atitudes prevaleçam sobre as palavras, quando o tema for dos mais graduados.
religião é outro assunto que apenas serve para se discutir. porque ninguém faz religião. algumas pessoas fazem fortunas com ela. outras perdem. e, desde os primórdios do capitalismo, o dinheiro foi criado para dominar, assim como a fé. a hierarquia e a submissão não combinam com irmandade.
quem quer discutir isso? estou aqui, armado até os dentes de argumentos. cheio de tempo.
aliás, preciso arrumar uma forma de ocupá-lo com atos de suma importância para seus descendentes. afinal de contas, o que você faz pelo planeta? pela vida dos seus?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

"vamo invadir"

neste meu trigésimo primeiro aniversáo, isto mesmo, entrei em minha quarta década de vida, ganhei um presente um tanto... nem sei qual termo caberia aqui, mas explicarei.
fanático corinthiano, ganhei, um ano mais, uma camisa do todo-poderoso. da mesma pessoa que, ano passado, colocou uma roxa em meu guarda-roupas. e daí? daí que a branca tem mangas compridas. nada de muito anormal pros meus amigos paulistas. mas moro em manaus, cidade na qual a temperatura, desde que moro aqui, nunca ficou abaixo dos 23ºC, frequentemente acima dos 30ºC. a razão da manga comprida se explica: eu iria ao beira rio assistir a final da copa do brasil. passagem comprada, assento marcado. faltou o ítem mais barato: ingresso. não serei um dos dois mil doentes que terão a oportunidade de assistir este jogo contra os chorões e, quem sabe, sair pelas frias ruas de porto alegre comemorando o tri. lá, com certeza, a camisa de mangas compridas seria ideal. mas, linda que é, ficarei com ela assim mesmo.
dentro e sua embalagem veio um adesivo com o escudo do clube mais bonito do mundo e os seguintes dizeres: "vamo invadir".
frase que considero inapropriada. "vamo invadir" o que? já invadimos há muito tempo. em setenta e seis, o maraca. desde de sempre, o salão para festas corinthianas. todos os dias, o noticiário e programas esportivos de teles e rádios. a net é nossa, assim como o twitter é do mano. meu coração, desde minha concepção, é invadido pelo sangue alvinegro de parque são jorge. o que mais resta invadir? suas mentes, pobres criaturas anticorinthianas, há muito foi invadida, a inveja apossou-se.

o campeão dos campeões, eternamente dentro dos nossos corações

quarta-feira, 24 de junho de 2009

o futuro a teus pertences


vamos tirando fotos para que nossos netos conheçam. até lá, nós homo sapiens sapiens, já teremos detruído tudo. porque o que é bom mesmo é juntar dinheiro, juntar e juntar, para comprar o melhor oxigênio do mercado, a melhor água de laboratório, a mais sofisticada casa-estufa. mas, quem juntar mais, juntar e juntar e juntar, pode não precisar de nada disso; quem sabe marte!

¿ ¿ e v o l u ç ã o ? ?

éramos mais sábios. perdemos os pelos, não temos mais rabo. continuamos pulando de galho em galho, mesmo que estes estejam mais secos, menos seguros. por vezes, virtuais. da banana ao power bar, das copas à galáxia, do bando ao bando de assassinos. assim evoluímos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

como e pra quem

abandonado. assim ficou este espaço por um longo tempo. foi a falta de um beliscão.

mas, vamos ao que tem de ser. à realidade.
vivo com minha esposa, dois gatos maloqueiros e uma cadela sem vergonha (todos corinthianos). a família, os amigos e a sociedade me cobram: onde estão os filhos? você já passou dos trinta!
amo criança. mais do que isso; me dou muitíssimo bem com elas. assim como com os animais. quem me conhece bem, sabe.
mas o buraco é mais embaixo e é profundo, escuro e nebuloso.
eu não tenho coragem de colocar um filho para viver este mundo! é simples. me recuso a colocar mais um humano para ser cobaia da ganância dos poderosos, dos que acabam com o planeta para usufruir o imediatismo. não curto a idéia de deixar este legado à pobre criatura. imagino que os pais têm a obrigação de querer o melhor para seus filhos. eu não consigo, ao menos, votar em um político porque não concordo em dar meu voto ao menos pior, quanto menos colocar uma vida pra respirar este ar, comer enlatados transgênicos, conviver com polícia ao redor, cercas elétricas, grades, crentes, gripe dos malditos porcos do palestra itália, aviões controlados por satélite que podem destruir um povoado em poucos minutos... enfim, nesta merda mole na qual nadamos.
cada um colhe o que planta, com excessão dos espertinhos de plantão que saqueiam a plantação alheia, ou, ainda, aqueles que mandam plantar, mandam colher e comem sozinhos para, depois, cagarem na cabeça dos plantadores e colhedores que não têm o que comer. nego-me a plantar esta falsa semente da vida; sei que minha safra será uma morte dolorosa. prolongado sofrimento.
há tantas crianças abandonadas pelos pais, pela família. estas sim, já não há mais como voltar atrás, posso acolher como filhos. eu sou a favor da adoção. assim como a cissa fez com nossos dois gatos. eram dois animais que poderiam não mais estar aqui entre nós. sabem quantos sobrevivem, abandonados nas ruas?
meus caros, o mundo é cruel. enquanto pessoas acharem normal que exista uma empresa que fabrique armas, acharão normal a convivência com a violência. ou alguém acredita que algo que foi criado, e cada dia mais aperfeiçoiado, para matar seja algo benéfico para a sociedade?
esta constatação é algo que me entristece muito. chegar neste ponto é comprovar o fracasso, a derrota por nocaute. o mundo fracassou. o capitalismo fracassou. o socialismo fracassou. o ser humano é constituído por genes fracassados. somos filhos de deus? àqueles que acreditam nisso, aviso: somos os pais do fim.

segunda-feira, 9 de março de 2009

senhoras e senhores...

alguém já sifú


muitos quilos acima no normal, assim estão os noticiários de futebol, inchados de fenômeno. estampadas com a foto do craque, estão as páginas de sítios e impressos de todo o mundo. são imagens coloridas de um ídolo, agora, alvinegro.
com o chororô superado, muitos deixaram de ligar suas tevês com o futebol local para, e só para, acompanhar aquele que nunca sairá de seus corações e de suas memórias. esperaram mais de uma hora, mas não desistiram, pois tinham a certeza de sua entrada e, mais ainda, de seu sucesso.
o cenário foi criado exclusivamente para o espetáculo: um estádio lotado de loucos, de rivais e brasileiros fãs do maior jogador do futebol atual. a temperatura estava alta, porém não foi o calor de 38ºC que derreteu todos que lá estavam. luz, câmera e muita ação em 30 minutos de exibição do gigante.
o clássico terminou empatado, mas o mundo do futebol ganhou.
o maior clássico do brasil, empatado, foi uma goleada de emoção.

sexta-feira, 6 de março de 2009

este ou aquele abraço

amigos.
nada melhor do que eles. na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. um casamento eterno é a amizade verdadeira. ela sobrevive à distância e ao tempo. inclusive, atualmente, existem alguns meios com os quais conseguimos burlar as regras básicas do distanciamento; msn, orkut, telefone, emeio, skype... tornando ainda mais fácil a relação.
quando os amigos estão próximos a nós, costumamos aproveitar da melhor forma possível. saímos para nos divertir, recebemos em casa para um churrasco ou mesmo para assitir nada que passe na tv, jogamos futebol juntos, mesmo que em times diferentes para nos degladiarmos em nome da amizade, ouvimos música, lembramos das histórias dos tempos idos...
os que estão longe, comunicam-se da forma que der, telefone, emeio, msn. sempre perguntam sobre trabalho, família, dos amigos em comum e relembram de quando estavam próximos e aprontaram de tudo. há, também, a curiosidade sobre os relacionamentos, atuais e antigos.
a todos eles, desejamos tudo de melhor, do fundo do coração.
Muito bem. muito bom.
porém, coisa atual, começaram a economizar no trato da amizade. quando nos despedimos, ao invés de abraçarmos ou beijarmos a pessoa da qual vamos nos afastar, de longe, mandamos um abraço ou um beijo, com palavras. porra, ali ao lado, na cara do gol, no tet-a-tet! somos brasileiros, sangue latino. deveríamos economizar no estress, na pressa, no ódio, na guerra, jamais no carinho. aliás, é essa economia que gera o estress, a pressa, o ódio e a guerra. ao contrário do que pregam alguns.

para você que dedicou alguns minutinhos do seu dia, deixando de ligar pro seu amigo distante, lendo este texto, meus sinceros abraços.

quinta-feira, 5 de março de 2009


a idéia de criar um blog nunca me passou pela cabeça. tempos atrás, até achava um tanto ridícula. não sei dizer o porquê. nem, tão pouco, o porque desta mudança de pensamento.
há meses, não sei precisar quantos, a necessidade de escrever mais do que frases no msn foi crescendo. por isso, crio este espaço para divulgar minhas idéias e, claro, colar algumas coisas de grandes pensadores.
política, religião e futebol serão os temas favoritos. são os assuntos que foram, exatamente, feitos para discussão. ao contrário do que prega o dito popular. cultura, entretenimento e idiotices não ficarão ausentes. principalmente as idiotices. afinal, nada é à prova dos idiotas, absolutamente.

fiquem à vontade para opinar, elogiar, criticar e ofender. apenas lembro que minha mãe não sabe da existência deste.

buen provecho